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Lusa faz parte da “consolidação da democracia” em Portugal

O administrador da Fundação Calouste Gulbenkian e ex-presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d’Oliveira Martins, considerou hoje que a história da agência de notícias Lusa faz parte da “construção e consolidação da democracia” em Portugal.

“Presto homenagem à Lusa, a todos quantos trabalham na Lusa e a todos quantos construíram ao longo destes 30 anos uma instituição prestigiada, necessária e indispensável. A Lusa tem uma história e uma pré-história que corresponde à própria construção e consolidação da democracia”, afirmou Guilherme d’Oliveira Martins, na conferência que comemora os 30 anos da criação da agência de notícias.

Esta conferência é a primeira de várias iniciativas que estão a ser programadas para celebrar os 30 anos sobre o dia 28 de novembro de 1986, quando foi aprovada em Conselho de Ministros a resolução que formalizava a criação da Lusa – Agência de Notícias de Portugal.

Às 00:00 do dia 01 de janeiro de 1987, a Lusa, fundada pelo Estado e pela extinta agência noticiosa NP – Notícias de Portugal, iniciou o serviço noticioso que mantém até hoje.

O evento de hoje será encerrado à tarde pelo primeiro-ministro, António Costa.

Guilherme d’Oliveira Martins, que é também ‘chairman’ desta conferência’, saudou esta iniciativa considerando que é “através destas reflexões que podemos motivar, mobilizar os cidadãos em torno das tarefas fundamentais que temos de desempenhar”.

Sobre o tema da conferência – ‘Portugal entre o rigor e a audácia’ – disse que é importante em Portugal não só o “rigor financeiro e económico”, mas também “social e cívico”. Referindo-se à audácia afirmou que é importante que os cidadãos sejam “capazes de corresponder aos desafios que vão sendo encontrados” nos dias de hoje.

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